
A renda precisa acompanhar a vida real
Salário não é um número abstrato: ele é o que permite colocar comida em casa, pagar transporte, manter a família, estudar e planejar o futuro. Quando a renda fica distante do custo de vida, o trabalho deixa de oferecer segurança e passa a reproduzir insegurança.
O compromisso com um piso salarial baiano de R$ 1.850 traz essa discussão para o centro: valorizar quem trabalha é também fortalecer a economia local, porque renda circula no comércio, nos bairros e nas cidades.
Uma agenda que exige articulação
A criação e a atualização de pisos envolvem competências legislativas e diálogo federativo. No Senado, a atuação pode fortalecer o debate nacional sobre salário, custo de vida, emprego, políticas de renda e condições dignas de trabalho.
- Defender políticas de valorização salarial e combate à precarização.
- Articular com representantes da Bahia, entidades sindicais, setor produtivo e governos.
- Vincular renda justa a formação profissional e geração de oportunidades.
- Dar visibilidade às realidades de quem trabalha nas cidades e no interior.
Renda, qualificação e oportunidade
O piso não aparece isolado. A proposta está ligada à formação profissional, ao fortalecimento de cadeias produtivas e a oportunidades para juventudes e trabalhadores que buscam permanecer e prosperar em seus territórios. Uma Bahia forte precisa de uma economia que reconheça o valor das pessoas.
Base desta página
- Registro e dados públicos da candidatura no DivulgaCandContas do TSE, consultados em 20 de agosto de 2026.
- Propostas e posicionamentos apresentados pela candidatura em entrevistas, sabatinas e materiais institucionais consultados pela campanha.
- Esta é uma página de compromisso político. Mudanças legislativas dependem de debate e aprovação nas instâncias competentes.
A Bahia inteira tem lado.
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